
A comunicação «Mapas Conceituais: representação do Conhecimento», das autoras Forte et al, apresentada no III Congresso on-line – Observatório para a CiberSociedade, refere que o mapa conceptual é uma técnica ou recurso didáctico criado por Joseph Novak em 1972, tendo surgido da necessidade de acompanhar o desenvolvimento cognitivo de crianças no processo ensino-aprendizagem do ensino fundamental.
As autoras mencionam ainda que «o uso dessa ferramenta permite a organização de ideias de forma clara, resumida e com estrutura hierárquica do geral para o específico, Tavares (2003: 05) complementa:
As autoras mencionam ainda que «o uso dessa ferramenta permite a organização de ideias de forma clara, resumida e com estrutura hierárquica do geral para o específico, Tavares (2003: 05) complementa:
O ser humano apresenta tendência de aprender mais facilmente um corpo de conhecimentos quando ele é apresentado a partir de suas ideias gerais e mais inclusivas e se desdobrando para as ideias mais específicas e menos inclusivas.»
As autoras salientam o facto de que a utilização de mapas conceptuais permite uma aprendizagem significativa. Esta acontece quando uma informação nova é adquirida mediante um esforço deliberado por parte do aluno em ligar a informação nova com conceitos ou proposições relevantes preexistentes em sua estrutura cognitiva. (Ausubel et al., 1978: 159).
Em suma, as autoras consideram que os mapas conceptuais são uma «ferramenta pedagógica capaz de evidenciar significados, levando os conceitos a se tornarem um conjunto, uma teia que se forma a partir das relações entre estes conceitos que evoluem o cognitivo de quem o utiliza.»
In: Forte (2006), Mapas Conceituais: representação do Conhecimento, III Congresso on-line – Observatório para a CiberSociedade,
http://www.cibersociedad.net/congres2006/gts/comunicacio.php?id=950&llengua=po
(documento captado em Fevereiro de 2008)
(documento captado em Fevereiro de 2008)
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