Veu - Virtualmente mEU


Veu - Virtualmente mEU

VEU - é um espaço que levanta o véu, desvendando parte da minha entidade; é um véu porque resulta de uma rede tecida por mim e pelas interacções que se vão estabelecendo nesta emaranhada teia...

Virtualmente - porque é um espaço virtual criado num ambiente web; porque "o virtual não se opõe ao real, mas sim ao actual. Contrariamente ao possível, estático e já constituído, o virtual é como o complexo problemático, o nó de tendências ou de forças que acompanha uma situação, um acontecimento, um objecto ou uma entidade qualquer, e que chama um processo de resolução: a actualização." (LÉVY, 1996, p.16)


mEU - este espaço é meu....e revela um pouco do meu....EU...

Este blog foi criado no âmbito da disciplina de Tecnologias de Aprendizagem Colaborativa do curso de Informática Educacional, do mestrado em Ciências da Educação, da Universidade Católica de Lisboa.
Este blog terá fundamentalmente o propósito de registar a evolução do meu trabalho relativo a este mestrado, onde colocarei as minhas pesquisas, comentários, apresentações, links…enfim, os registos da minha pesquisa relacionados com a temática do e-learning.
Aproveito ainda este espaço "VEU-Virtualmente mEU" para criar um Blogfólio pessoal que reflicta o meu percurso profissional e pessoal.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Geopedia geographus

A Geopedia geographus é a enciclopédia geográfica colaborativa do geographus, pensada e destinada para o público de língua portuguesa, que num interface similar ao da Wikipedia permite aos geógrafos editar conteúdos e criar uma referência onde se podem esclarecer dúvidas e contribuir para a divulgação do saber geográfico.

Para entrar no Geopedia geographus, clica aqui

XI Colóquio Ibérico de Geografia

A Associação Espanhola de Geógrafos, com a colaboração da Associação Portuguesa de Geógrafos, organiza o XI Colóquio Ibérico de Geografia.
O Colóquio realizar-se-á entre os dias 1 e 4 de Outubro de 2008, no Edifício da Reitoria da Universidade de Alcalá, Património da Humanidade, sendo o tema principal “a perspectiva geográfica perante os novos desafios da sociedade e do ambiente no contexto Ibérico”.
O programa científico estrutura-se em torno de três eixos:

  • recuperação da tradição ambientalista da Geografia no Séc. XXI;
  • a Geografia na nova estrutura de ensino nas Universidades Espanholas e Portuguesas;
  • experiências e perspectivas na colaboração hispano-portuguesa na área do ordenamento do território.


Mais informação em : http://www.geogra.uah.es/web_11_cig/index.php

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Projecto "Escola Móvel"

Colaboro com a Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), no âmbito do Projecto “Escola Móvel”,desde o ano lectivo 2005/2006, leccionando a disciplina de Geografia no domínio de formação «O Passado e o Mundo Actual».


A Escola Móvel é um projecto de ensino a distância, com recurso a uma plataforma tecnológica de apoio à aprendizagem. Teve início em 2005/2006 com alunos do 3º ciclo do Ensino Básico, filhos de profissionais itinerantes, e tinha como objectivo dar resposta às necessidades específicas desta comunidade em termos de educação de base.


O Plano Curricular da Escola Móvel começou por ser constituído pelas disciplinas que compõem o Currículo Nacional do 3º Ciclo Ensino Básico, à excepção da Educação Física.

O Projecto Educativo da Escola Móvel tem em consideração as características da população escolar e as necessidades e expectativas muito específicas destes alunos e das suas famílias. Este projecto pretende aprofundar formas consistentes de relação entre os planos curriculares e a especificidade do grupo de alunos, pela reestruturação da matriz curricular com a implementação de um Percurso Curricular Alternativo, assente numa forte componente da área artística, que decorre das características dos alunos.

O sucesso dos alunos da Escola Móvel traduz-se na conclusão da escolaridade obrigatória e na possibilidade de continuar estudos, nomeadamente pela frequência de cursos profissionais.

O Projecto Curricular da Escola Móvel pretende ser um instrumento de gestão curricular facilitador da introdução de dinâmicas de mudança, que propiciem a realização de aprendizagens numa perspectiva de escola de sucesso para todos, respeitando o desenvolvimento das competências essenciais, preconizadas no Currículo Nacional do Ensino Básico.

No ano lectivo 2007/2008, a Escola Móvel alarga-se a outros públicos, abrangendo para além dos filhos dos profissionais itinerantes, jovens da Ajuda de Mãe e alunos com mais de 15 anos que, por motivos diversos, não concluíram a escolaridade obrigatória.

Numa Sociedade de Informação onde é possível a criação de novas estratégias e de novos modelos de ensinar e aprender, a Escola Móvel surge como uma resposta possível que assenta nas vantagens da utilização das tecnologias da informação e comunicação, assumindo-se como uma escola aberta capaz de se adaptar às características de cada público.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

e-learning

Este espaço terá o propósito de registar a evolução do meu trabalho relativo a este mestrado, onde colocarei as minhas pesquisas, comentários, apresentações, links…enfim, os registos da minha pesquisa relacionados com a temática do e-learning.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Unidade II - Socialização e Usabilidade


A comunicação «Mapas Conceituais: representação do Conhecimento», das autoras Forte et al, apresentada no III Congresso on-line – Observatório para a CiberSociedade, refere que o mapa conceptual é uma técnica ou recurso didáctico criado por Joseph Novak em 1972, tendo surgido da necessidade de acompanhar o desenvolvimento cognitivo de crianças no processo ensino-aprendizagem do ensino fundamental.

As autoras mencionam ainda que «o uso dessa ferramenta permite a organização de ideias de forma clara, resumida e com estrutura hierárquica do geral para o específico, Tavares (2003: 05) complementa:

O ser humano apresenta tendência de aprender mais facilmente um corpo de conhecimentos quando ele é apresentado a partir de suas ideias gerais e mais inclusivas e se desdobrando para as ideias mais específicas e menos inclusivas.»

As autoras salientam o facto de que a utilização de mapas conceptuais permite uma aprendizagem significativa. Esta acontece quando uma informação nova é adquirida mediante um esforço deliberado por parte do aluno em ligar a informação nova com conceitos ou proposições relevantes preexistentes em sua estrutura cognitiva. (Ausubel et al., 1978: 159).
Em suma, as autoras consideram que os mapas conceptuais são uma «ferramenta pedagógica capaz de evidenciar significados, levando os conceitos a se tornarem um conjunto, uma teia que se forma a partir das relações entre estes conceitos que evoluem o cognitivo de quem o utiliza.»

In: Forte (2006), Mapas Conceituais: representação do Conhecimento, III Congresso on-line – Observatório para a CiberSociedade,

Unidade I - Web Social



Tim O’Reilly foi o criador do termo web 2.0, assumindo este conceito o seguinte significado: "web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência colectiva"[1].
“Web 2.0” é um conceito ainda muito controverso, porém pode dizer-se que constitui uma nova geração dos aplicativos para a web que permitem uma abordagem mais cooperativa e colaborativa das interacções dos utilizadores desta rede mundial.

[1] Tim O’Reilly, in: http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0 (acedido a 18 de Janeiro de 2008)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Uma aventura inesquecível …. uma experiência enriquecedora…

O fascínio pelo mar e por toda a sua força e grandeza, como também o fascínio pela vida humana tentando sempre ajudar aqueles que não conhecem o mar e os seus perigos; o prazer de nadar e o impulso da juventude pela aventura....


Foram os ingredientes que me levaram a tirar o curso de nadadora salvadora em Maio de 1983, nos Sapadores de Bombeiros de Lisboa, e certificado pelo Instituto de Socorros a Náufragos.

A prova final foi efectuada na praia do Dragão e tivemos a presença de jornalistas.














Mas a aventura era exercer a actividade de nadadora salvadora numa praia!

Enviei candidaturas ao emprego, respondi a entrevistas...não foi fácil! Em 1983 haviam poucas nadadoras salvadoras...

Mas consegui....

Na época balnear do verão de 83, fui nadadora salvadora na praia da Falésia, contratada pelo concessionário "Aldeia das Açoteias" que explorava a praia. Foi uma aventura inesquecível...uma experiência enriquecedora e dura!
levantava-me todos os dias às 6h30;
às 7h tomava o pequeno-almoço;
às 7h30 estava na praia...para limpar, apanhar o lixo, carregar com os sacos do lixo encosta acima...
às 8h avaliava as condições do mar e içava a bandeira;
até às 9h tinha que ter todos os toldos montados bem como o material de apoio ao windsurf;
caminhei durante horas infinitas debaixo de um calor escaldante e sobre uma areia quente que queimava os pés para recolher o dinheiro do aluguer dos toldos;
tinha 2h para almoçar, depois recomeçava...e agora ainda era pior!
saltitava de sombra em sombra para recolher o aluguer dos toldos do turno da tarde;
à tarde vinham os problemas...as isolações das inglesas, as más disposições das crianças, as queimaduras solares...
até às 20h não parava...crianças que se perdiam dos pais, picadas de peixe-aranha que derrubavam qualquer herói da praia, desrespeito pela autoridade "feminina" e pelas regras do banhista...enfim, não foi fácil!
E salvamentos?
duas situaçoes complicadas que actualmente penso...uau...eu fiz isso!?
Foi uma época balnear fantástica...que jurei nunca mais repetir!